Vinícius Júnior começou promissor na partida contra a Venezuela, na última quinta-feira (14), em Maturín, mas viu a “zica” persistir com a camisa da Seleção Brasileira. Após um empate em 1 a 1 pelas Eliminatórias, o atacante enfrentou altos e baixos que marcaram mais um jogo frustrante.
O camisa 7 mostrou inspiração no primeiro tempo: aplicou dribles, criou jogadas perigosas e ainda acertou a trave antes de Raphinha abrir o placar. Parecia que seria a noite da redenção, especialmente após atuações inconstantes pela Seleção. Porém, o cenário virou no segundo tempo.
Logo no início da etapa final, a Venezuela empatou, e Vini sofreu um pênalti após driblar o goleiro. Parecia o momento perfeito para se consagrar. Raphinha, que já havia feito o gol, cedeu a cobrança para o companheiro. No entanto, Vinícius bateu mal, e o goleiro Romo defendeu.
A partir dali, Vini não foi mais o mesmo. Ansioso e visivelmente frustrado, ele começou a errar jogadas, reclamou com o árbitro e acabou entrando no jogo emocional imposto pelos adversários. O restante do duelo foi marcado por discussões e pouca efetividade.
Esse cenário não é inédito: na derrota para o Paraguai, o jogador já havia enfrentado dificuldades e recebido cartão amarelo. Diferente do que acontece no Real Madrid, onde é protagonista, Vini ainda não conseguiu encontrar a mesma confiança na Seleção, e a ansiedade parece pesar.
Agora, a esperança está no próximo confronto contra o Uruguai, na terça-feira, na Fonte Nova, que promete estar lotada. A torcida, que apoiou Vini após perder a Bola de Ouro para Rodri, aguarda ansiosa para vê-lo brilhar com a camisa amarela e superar esse momento.














