Carol Castro abriu o coração ao recordar momentos difíceis de sua adolescência e início de carreira. Em entrevista ao programa Conversa com Bial, exibido na madrugada de terça-feira (23), a atriz contou que chegou a receber ameaças de morte quando morava em Bauru, no interior de São Paulo.
“Morei dois anos em Bauru e fui perseguida por uma gangue de meninas skatistas. Ligavam para a minha casa, me ameaçavam de morte. Eu tinha 14 para 15 anos”, relatou. Na época, Carol se definia como uma adolescente “rock n’ roll, skatista, de cabelo rosa e piercing”. Ao longo da vida escolar, ela precisou trocar de colégio 13 vezes, mas destacou: “Nunca repeti de ano”.
A atriz também relembrou sua primeira aparição na televisão, como Gracinha em Mulheres Apaixonadas (2003). O impacto da fama repentina, segundo ela, foi assustador:
“No dia seguinte, eu estava passeando com meu cachorro e via um monte de gente comentando, apontando para mim, cochichando. Fiquei bem apavorada. Foi um filme de terror no início, mas depois fui entendendo.”
O assédio aumentou com a repercussão da personagem na trama de Manoel Carlos. “Ainda não tinha rede social, era autógrafo ou as senhorinhas falando: ‘Deixa o Cláudio [Erik Marmo] para a Edwiges [Carolina Dieckmann]’. O público comprou a rivalidade. Acabei sendo odiada nas ruas”, recordou.














