♬ Amanhã, quinta-feira (6 de novembro), às 21h, Ludmilla apresenta Fragmentos, seu novo álbum de estúdio — o primeiro desde Vilã, lançado em março de 2023.
Neste projeto, a cantora e compositora fluminense se entrega a uma sonoridade centrada no R&B, mas com fortes temperos brasileiros. “Foram meses intensos, noites em claro tentando extrair o máximo da minha criatividade, buscando uma sonoridade que fosse real, que tivesse alma. Eu me emocionei produzindo várias faixas, chorei, dancei, gritei, me entreguei. Cada verso carrega um pedaço de mim, das minhas vivências, das minhas vitórias e das minhas feridas. Esse álbum não é só música, é verdade. É arte feita com o coração aberto, com coragem para mostrar cada fragmento do que eu sou”, escreveu Ludmilla nas redes sociais.
Aberto com “Whiskey com água de choro”, Fragmentos reúne 15 faixas gravadas entre estúdios do Brasil e dos Estados Unidos. Duas delas já eram conhecidas do público, lançadas previamente como singles.
A primeira, “Paraíso”, produzida por Machadez via Mousik e assinada por Arlindo Cruz, Fred Camacho, Jefferson Junior, John Gloria, Ludmilla, Machadez, Maurição e Umberto Tavares, chegou em 4 de junho. A música celebra o nascimento da filha da artista, Zuri, nascida em 14 de maio, em Miami, e também a harmonia da relação com a esposa, a dançarina Brunna Gonçalves.
O segundo single, “Cam Girl”, lançado em 21 de agosto, traz um dueto bilíngue com a cantora norte-americana Victoria Monét. A faixa, escrita em português e inglês, também tem participação de DJ Caetano, Jefferson Junior, John Gloria, Lorin e Umberto Tavares.
Com produção de nomes como Los Hendrix, Hitmaka, London on da Track e Poo Bear, o álbum foi parcialmente gravado no Westlake Studios, em Los Angeles (EUA). O resultado é um R&B contemporâneo, impregnado de identidade brasileira — com referências como um sample de Elza Soares (1930–2022) e o som da cuíca, instrumento símbolo do samba.
Entre as inéditas, destaque para “Meu Defeito”, música bilíngue que reflete o desejo da artista de unir universos, idiomas e sentimentos — uma tradução perfeita do que Ludmilla chama de sua “sonoridade com alma”.














