A morte dos Mamonas Assassinas completa 30 anos nesta segunda-feira (2). Em 1996, no auge da carreira, os cinco integrantes da banda morreram em um acidente aéreo que marcou o país.
Em entrevista ao programa Encontro com Patrícia Poeta, da TV Globo, Hildebrando Alves, pai do vocalista Dinho, falou sobre a saudade e o processo de aceitação ao longo das décadas. “A tristeza continua, mas com a cabeça erguida e sabendo que a vida é assim mesmo”, afirmou.
Grace Kellen Alves, irmã de Dinho, também destacou o impacto meteórico do grupo. Segundo ela, os poucos meses de sucesso foram suficientes para eternizar a banda na memória dos fãs. “Sete meses foram suficientes para que eles vivessem eternamente nos nossos corações e nos corações dos fãs. Foi como meu irmão falou no show: ‘O impossível não existe’”, lembrou.
Valeria Zoppello, noiva de Dinho na época, também prestou homenagem nas redes sociais, relembrando o cantor e os demais integrantes — Bento, Sérgio, Júlio e Samuel.
O acidente aconteceu em 2 de março de 1996. Após um show em Brasília, o grupo embarcou em um Learjet 25D com destino a Guarulhos. Durante a aproximação para pouso, o piloto arremeteu, e a aeronave colidiu com a Serra da Cantareira, em São Paulo.
Três décadas depois, o legado irreverente e a trajetória meteórica da banda seguem vivos na cultura pop brasileira.













